"É improvável, no entanto, que Luiz Pacheco achasse muita graça a esta Lisboa sem cafés, quase sem eléctricos, às montras todas iguais das livrarias todas iguais, aos cagalhões líricos que por aí andam, passeiam e triunfam, aos blogs e booktailers [sic] de inúmeras excrescências tibiamente respeitadas. Com todos os seus defeitos (e eram muitos), Luiz Pacheco não contribuiu para isto. Ainda bem"
(Vítor Silva Tavares, "Pacheco, editor-orquestra", in Luiz Pacheco Contraponto, p. 17, Biblioteca Nacional / D.Quixote, 2009)
Quinta-feira, 5 de Maio de 2011
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