sábado, 30 de abril de 2011

E porque não...

... duas Feiras do Livro? Uma dos editores pequenos, médios, remediados, assim-assim e alfarrabistas (a das "barraquinhas" e farturas) e outra a dos "donos dos livros". Em datas distintas, no mesmo local. Se o mercado está a partir-se em dois por força dos 3 grupos, porque não assumir isso já na Feira, e acabar com esta convivência incómoda, o cheiro a sovaco de uns abafado com borrifadelas de Chanel n.5 de outros? Tenho é a impressão de que, no fim, os "analistas" do mercado ficariam espantados com a comparação dos números da afluência entre as duas feiras. (PM)

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